Acorde de sol. Solo. Só. Acorda! É na corda! Aqui, na mi, na minha… inquietação.
A quieta sombra do som de que sou parte… (tua)… Bach… Bach… espiritual. Como?
Eis o tema. Agora rema. Há tanto no espaço…interior, longe, no lá do adágio da…
Passo, caio no laço, repasso, é dentro, no pedaço…do lado infinito. Largo!
Anseio no caminho… largo é o andamento da sonata. Em sol. A primeira. Solo. Só.
E mais quem? Sei. Sei Solo? No andar e ao lado releio, ouço, procuro, não vejo.
O que tenho? Que imagem contenho? Procuro e esqueço… me instrumento: não era cá
dentro? Olha praí! Volta um passo atrás. Repassa, na tua história. Volta à
experiência. Importa! É obra. Tenta. Entra. Relembra, adentra. É tua a vivência.
Em ti. Tá em ti. Procura a essência. Na lembrança, a memória num lapso. No
instante, na coda do andante... toco: mudo, não mudo? Luto: calo ou falo?
Traduzo… meu lado… à partida... no Prelúdio da Partita em mi. Em mim? Da parte!
No prelúdio da minha vida. Narra a ti! É a tua tentativa…da narrativa… Não, não
tá na partitura. Tá na imagem, na que perdura. Fica. Não foge na fuga (da
Sonata). Não é sozinha! É parte na vida, Partita… do tempo. Pro solo, e só
ficar. Achar. O elo. Eu vi! O elo: violino! A nódoa da imagem, a realidade, a
materialidade, na imagem, a real imagem, a corporeidade, o imaginário na tua
arte. Arte? De que parte? Na partitura… pura! Parte: tua! Tua parte… à parte do
sentimento. No sentimento quando entro. Estou dentro, ou estou fora? Quem é
essa? Me vejo, me revejo. Procuro e esqueço… Então adentro. É o começo. É aqui.
Agora!
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